13. What is a good memory you have involving 30? (Bat For Lashes)
When my friend bought the album, and we were looking at the booklet while at lunch in town, and I joked that one of the pics in the booklet was her house at christmas time.
14. What is your favorite song by 38? (Deborah Harry)
What is your favourite album of 2? Hearts For Bullets, it just came out, but it's soo awesome, Jenn is getting reaaal good at this ;D
What is your favourite lyric that 5 has sung?
Humm I never payed too much attention to their lyrics, but from what I remember, New American Century is pretty awesome!
How many times have you seen 4 live?
NEVAH! =( Maybe on their next tour they'll remember us...
What is your favourite song by 7?
Uggh, so hard. At the moment it would be Girl Poison, and always the classic 100%.
What is a good memory you have involving the music of 10?
Everytime I listen to The Last Firstborn on max volume is a good moment/memory! lol
Is there a song by 3 that makes you sad? Nowhere. So beautiful, but sad too. These guys are very good at doing instrumental, they should explore that more!
What is your favourite lyric that 2 has sung? DOS lyrics are pretty cool.
What is your favourite song by 9?
o_o again, veeery hard. I guess Koko has a special spot on my heart =3
How did you get into 3?
Hm, if i'm not mistaken, Last.fm introduced me to them (The Birthday Massacre)! Then Vampirefreaks and Myspace made me fall in love instantaneously =3
What was the first song you heard by 1?
Wow, sooo long ago. It was probably The Perfect Drug, or maybe Deep, i'm not sure!
Apparently "England" is not a place according to Last.fm, it is the "United Kingdom" now and Scotland is a part of that. Am I insane or should they be on their own? Blah. I remember this being a big deal when I ran fanlistings too. LOL.
Não poderia haver cenário melhor para uma apresentação da interminável tour que promove o colorido Volta. A bonequinha islandesa ornamentou o primeiro dia do tradicional festival português [event=]Sudoeste[/event], que acontece anualmente na costa alentejana do país, bem ali, em algum ponto entre o nada e o mar. Como atrações principais, foram arrastados ainda para o meio do mato Franz Ferdinand, Goldfrapp e The Chemical Brothers. Ah, e Vanessa da Mata.
Entre aparatos tecnológicos e bandeiras de lugar nenhum, soavam as batidas arquitetadas sob medida por Timbaland. Vestida com uma espécie de manto, fazendo alusão a alguma divindade qualquer, Björk anunciou sua invasão ao palco do Sudoeste. Durante a execução de Earth Intruders, Björk estava estranha – desculpe a redundância da afirmação. Em ritmo particular e descompassado, aparentava, talvez, o cansaço acumulado de uma tour que se prolongou por mais de um ano – e que passou pelo Brasil em Outubro passado.
I,m the Hunter. I’m going Hunter
De divindade desvanecida à caçadora impávida, Björk lançou sua teia sobre o povoado e aliciou para a dimensão à parte de Volta os ainda marginais. E neste exato momento deu-se início ao espetáculo crescente que atingria, dentro de pouco, um apogeu inimaginável.
Já despida do manto sagrado, Björk parecia realmente pronta para ministrar o ritual que seu rebanho esperava. Um culto embalado ao ritmo do que há de melhor na poesia pagã. Quem não se rendeu com a atuação de Pagan Poetry, certamente caiu de joelhos perante a irretocável beleza de All is Full of Love.
Entre as curvas do passeio pelas dimensões criadas em Vespertine, Volta e Homogenic, chega-se ao território ardiloso e minimalista do incompreendido Medúlla. No lugar dos gemidos do prolífico Mike Patton em The Pleasure is All Mine, ouviu-se um teclado semi-fúnebre a fluir em sincronia com os vocais.
Ao fim do momento sombrio, mesmo com pouca iluminação, o palco se enche de luz. Björk ausenta-se e, merecidamente, os holofotes caem sobre as Wonderbrass. Vestidas a rigor e ostentando seus instrumentos mágicos, executam Overture, fazendo com que cada componente da plateia se sentisse sozinho sobre o palco, rodeado por islandesas e dançando no escuro.
Com uma bagagem de mais de 30 anos dedicados à música, a criança quaternária retorna ao palco. Se Overture foi completa sem vocais, Immature supera expectativas sem o apoio instrumental. Com a sutileza de um anjo, flutua do lamento pela imaturidade à imposição do exército de uma só mulher. Army of Me, assim como todas as canções paralelas ao universo de Volta, ganhou novos arranjos, novas cores e novos sabores.
Depois de uma versão melhorada de I Miss You, Who is it? Era a questão quando Björk trouxe ao palco um simpático senhor de bengala e seu estranho instrumento. Chamado Toumani Diabaté, aconchegou-se e pôs-se a extrair sons de sua kora, aparelho de origem africana. Após um curto e empolgado solo para Björk sorrir e dançar ao seu redor, emenda-se o início de Hope.
Finda a viagem em ritmo neo-tribal por territórios africanos, a pequena encaminha um público de 20 mil pessoas para a sua pequena ilha de origem, entoando a belíssima Vökuró em língua-mãe. Da Islândia, a bordo de uma “casa flutuante”, direto para a pista, e com vista privilegiada para as montanhas nórdicas, onde Björk expõe sua inquietação com as dançantes Wanderlust e Hyperballad.
Excuse me, but I have to explode
Com o início da chama desencadeado por Wanderlust e Hyperballad, Pluto veio para arrancar labaredas do Sudoeste. A cada pancada hipnotizante de Mark Bell e companhia, a massa aproximava-se mais e mais do palco. Já não havia barreiras entre artista e público, tão pouco havia espaço para racionalizar o momento.
]Incrédulos com o palanque vazio, a multidão, que aos poucos voltava a si, clamava por mais daquilo que os tinham oferecido. Retorna então às vistas uma Björk debutante, relembrando os tempos em que seu nome não causava estrondo no mainstream, com a idosa The Anchor Song.
Antes da despedida definitiva e inevitável, foi com chuva de confetes e um público ensandecido em suas mãos que a miúda soltou o grito de independência. No recinto, restou um chão empoeirado e coberto de papel picado, reflexo perfeito do desmantelamento grupal ali sucedido, onde ainda retumbam os risonhos “oprrrrigadós” que Björk soltava ao fim de cada melodia.
Quando o Brasil orgulha e envergonha De uma forma ou outra, o Brasil foi presença destacável na noite do evento. Para preparar - e entreter – o público antes da materialização de Björk, subiram ao palco do festival os portugueses do Clã, banda que é mais ou menos um Pato Fu - só que com sotaque da terrinha e um pouco mais faceiro.
A identificação entre ambas já foi percebida e as colaborações podem ser conferidas nas faixas Boa Noite Brasil (Toda Cura Para Todo O Mal, do Pato Fu) e ao longo do álbum Cintura, do Clã. As cooperações mútuas culminaram, inclusive, em uma apresentação conjunta na última edição do Rock in Rio Lisboa.
Na falta de Fernanda Takai, o mestre Arnaldo Antunes – que apresentaria seu som em uma tenda paralela logo mais – foi convocado a dividir sua composição de H2omem com a voz rouca e ao mesmo tempo angelical de Manuela Azevedo.
Antes ainda da banda portuguesa e o convidado ilustre, Natiruts foi a responsável por começar a agregar cabeças em frente a um palco ensolarado – que, inesperadamente, arrancou elogios do vocalista, admirado com as estrelas que só ele conseguia enxergar ao redor de um sol de 30 e poucos graus.
Com um discurso que pregava a paz entre os homens, misturando coragem e uma retórica vazia, o vocalista relembrou os presentes da sua cor e diz perdoá-los pelo passado que une Brasil e Portugal. O silêncio acompanhado de uma interrogação foi a resposta da diminuta multidão, que estava mais interessada no beija-flor, que trouxe meu amor, voou e foi embora, sinalizando Alexandre Carlo de que ele deveria ter mandado menos liberdade pra dentro da cabeça antes de subir ao palco.
2. How did you get into 20? Panic at the Disco - Heard "I Write Sins, Not Tragedies" in MTV
3. Who is your favorite member in 8? The Starting Line - I don't really know all the members but Kenny is funny as hell.
4. Whats your favorite lyric bit by 29? Good Charlotte - Never really thought about it, but Waldorf Worldwide has one of the best laid back lyrics for me.
5. Have you ever seen 22 live? Sara Bareilles - No, doubt I ever will, I haven't seen almost anyone in my top 50. Blame my country, please? :)
6. What's your favorite album from 10? Fall Out Boy - Take This To Your Grave, hands down.
7. Do you own any merchandise from 3? Kaki King. Oh, I wish.
8. What is a good memory you have of 7? Mae - Having my first listen of it ever at a friend's house.
9. Is there a member of the same age as you in 2? Regina Spektor - I doubt she's 16...
10. When did you first get into 1? Tegan and Sara - I saw the video for "The Con", hated it at first but then the song got stuck in my head and I had to listen to it again. After a few listens I was loving it. Got into their Myspace and was loving that too. Got the record. Loved it too and got the rest of the albums... which happened to be awesome too.
11. Who likes 4 along with you? Say Anything - Hmm that's hard, my sister likes a couple of songs and a friend too. And a friend's brother I think loves them, I introduced him :)
12. Which song did you first hear from 15? Damien Rice -